domingo, 10 de abril de 2016

152 - A cidade de Chiang Mai.

Tailândia – Chiang Mai.

Chiang Mai ou Rosa do Norte em tailandês, é uma daquelas cidades condenada a ser famosa. A fama e importância desta cidade vem de há muito, deve-se em primeiro lugar à sua estratégica localização. Situa-se a cerca 800 Km a norte de Bkk, é atravessada pelo rio Ping um dos mais importantes do país e fica implantada numa região montanhosa no trajecto conhecido como Rota da Seda. Hoje, com uma população de 700.000 almas no seu perímetro histórico, é a segunda maior cidade da Tailândia e capital da província do mesmo nome. Apresenta-se como cidade de negócios e da cultura. Não fosse a profusão de Tuc-Tuc’s que por aqui existem (em Portugal já se vão vendo também), e a cidade, para quem a visita, teria em tudo a aparência de uma urbe europeia!

Chiang Mai Plaza: A Stella distribui as chaves dos quartos.

Chiang Mai Plaza: A área da recepcção.

O João Isidoro distribui uma molhada de Passaportes.

A minha suite no Plaza.

Aguardando o reagrupamento no lobby do hotel para viagem até à sala de jantar!

Idem.

Uma vista do Plaza hotel.

Jaime, o nosso guia no norte da Tailândia.

A simpática esposa do motorista do nosso autocarro.

Rickshaw, um elemento decorativo do hotel.

Autdoor publicitário


Shopping.


Rua comercial de Chian Mai.


Uma vista de Chiang Mai, Mercado Nocturno. Esta foto é da Net.




A rua Chang Khlan em Chiang Mai é uma artéria bastante com bastante tráfego durante o dia. À noite transforma-se num local icónico desta cidade, o Night Bazaar (mercado nocturno), ao ar livre. Ao fundo da mesma rua, onde terminam os estaminés do mercado nocturno, encontra-se este outro, o Anusarn Market. Particularmente vocacionado para a venda de comida* para todos os paladares mas, onde o cliente, depois de um bom regateio, também pode comprar roupa, calçado, artesanato, música, prendas e souvenir’s. Ou submeter-se a uma revigorante massagem! Funciona do fim da tarde até à meia noite, todos os dias da semana.

*A comida colocada à disposição do público nos inúmeros restaurantes de rua, é tão boa e barata,
que os apartamentos dos edifícios mais modernos da cidade, não possuem cozinhas!

sábado, 9 de abril de 2016

151 - Chiang Mai: Wat Phra Doi Suthep.


Faltavam apenas 15 quilómetros para chegar a Chiang Mai quando o nosso autocarro mudou de direcção tomando uma estrada secundária à direita, a caminho do cume de um monte situado no sopé de uma montanha (1.676 m.) chamada Doi Suthep. Não subimos tão alto, ficámo-nos pelos 1.060 metros na base de uma escadaria que conduz ao complexo do templo Wat Phrathat Doi Suthep, um templo sagrado para muitos budistas tailandeses do ramo Teravada. Também os hindus vêem aqui em peregrinação venerar uma representação de um dos seus deuses. Podemos apreciar, além de inúmeras estátuas de Buda entre as quais pontifica uma réplica do Buda Esmeralda, uma outra, de Ganesh, um Deus hindu. Dentro do recinto deste santuário existem vários pagodes, um museu, incontáveis estátuas, relicários, sinos, campainhas e sinetas etc.. E há também um terraço de onde podemos observar a cidade a partir de um ponto estratégico, ao qual se chega, subindo os 309 degraus que, no seu conjunto assumem a forma da serpente Nara, representação de Satanás para os budistas. Não terá sido por falta de coragem … mas a verdade é que ninguém se propôs ao cometimento de tão épico feito! Todos preferiram subir através do elevador (funicular).


Dois terríveis e ameaçadores dragões guardam estes lanços de escadaria!



Que bicho tão mau!


Se não houvesse tanta nebulosidade a empoalhar o horizonte ...

... isto seria o que poderiam ver e fotografar, uma bela panorâmica de Chiang Mai. No lado direito da fotografia vemos as pistas do aeroporto de onde partiremos de regresso a Bangkok.











Esta Stupa ou Chedi que pode traduzir-se por panteão, é o local mais sagrado dentro de todo o recinto do templo.






150 - Chiang Mai: Mae Sai.


Terminada a visita ao Templo Branco, prosseguimos em direcção a Chiang Mai onde iríamos jantar e passar aquela que seria a nossa penúltima noite desta viagem, ainda em território tailandês. Antes, fizemos um pequeno desvio para visitar Mae Sai, THE NORHERNMOST (city) OF THAILAND. É uma pequena cidade (21.000 h.) cuja importância se deve à sua localização, muito próxima do ponto onde a auto-estrada da rede asiática AH2 cruza a fronteira, aqui definida pela ponte sobre o rio Mae Sai, continuando para a cidade birmanesa de de Tachileik.
Mae Sai também é, na área do comércio e serviços, o ponto de encontro entre comunidades vizinhas pertencentes a três países: Tailândia, Myanmar e Laos. Possui alguns belos monumentos descritos nos roteiros turísticos, que não visitámos.
Seguem-se as habituais fotos:

Primeiro, o almocinho!

Mesa do buffet.

Oh pá cara deles ... está-se a acabar!?

Uma paragem à beira da estrada para contemplar um arrozal. 

 Chegada a Mae Sai.

 
Para lá deste gradeamento fica a Birmânia (Myanmar).

 Marco inter-estados. Assinala um ponto da fronteira entre a Birmânia e a Tailândia.

 Posto de controle policial entre os dois países situado à entrada da ponte sobre o rio Mae Sai. Sempre com intenso movimento e longas filas de espera para apresentação de passaportes.

A principal rua de Mae Sai.


Rio? Ribeira? Canal de esgoto?. Que mau aspecto!


Edifício de Mae Sai.